Você sabia que há muitas vantagens para nossa saúde quando temos um cãozinho em casa?

Para começo de conversa, os pets precisam passear, o que acaba sendo um estímulo para deixarmos o sedentarismo de lado.

Isso não acontece com quem cria gatos, por exemplo.

Dificilmente alguém vai colocar uma coleira no bichano para dar uma voltinha no quarteirão.

Por isso, segundo um estudo publicado no The Journal of Physical Activity and Health, os donos dos cães são mais propensos a fazer exercícios diários do que os donos de gatos.

Além dessa vantagem, há muitas outras.

Separamos as três principais:

1. Beneficia as crianças  

Duas pesquisas divulgadas ano passado concluíram que os cães ajudam a reduzir o risco de desenvolver eczema e asma durante a infância.

Dá para acreditar nisso?

O primeiro experimento revelou como os mamães que, durante a gravidez, tiveram contato com cachorros puderam garantir maior proteção ao bebê.

Ou seja, as crianças até os 10 anos de idade estavam menos vulneráveis à eczema alérgico do que as que a mãe, na gestação, não tiveram contato com cachorros.

A segunda pesquisa mostrou que os cães melhoram os sintomas da asma nas crianças e reduzem os episódios desta patologia, até mesmo quando os pequenos são alérgicos aos peludos.

2. Reduz o estresse

Criar um cachorrinho ajuda a combater o estresse e a depressão.

Não é por acaso que muitos psicólogos dão essa dica!

Brincar com cãozinho nos faz liberar  oxitocina, o hormônio do prazer.

Entenda: quando uma pessoa interage com um cão, os seus níveis de oxitocina aumentam, ou seja, melhora o seu bem-estar psicológico.

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Isso explica muito, não é mesmo?

3. Prolonga o tempo de vida

Um estudo conduzido por investigadores da Uppsala University, na Suécia, concluiu que ter um cão estaria associado a um risco reduzido de morte prematura e de doença cardiovascular.

Comparando com indivíduos que não tinham cachorro na residência, as pessoas que residiam em casas com mais pessoas e com cães apresentaram um risco de 11% menor de morte por todas as causas.

Se a pessoa vivia sozinho e tinha um cão, esse risco foi 33% menor.

No caso da morte por doença cardiovascular, ter um cão em casa, para quem morava sozinho, representou um risco 36% menor.

Já para os donos de cães que partilhavam a residência com mais indivíduos, esse risco foi reduzido para 15%.

Este blog de notícias sobre tratamentos naturais não substitui um especialista. Consulte sempre seu médico.

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