O psiquiatra norte-americano Leon Eisenberg, conhecido como “o descobridor do transtorno de déficit de atenção e hiperatividade (TDAH)”, em sua última entrevista, sete meses antes de sua morte, deu uma declaração polêmica.

Segundo ele, o TDAH é um grande engano científico.

Ou seja, o psiquiatra questionou a existência da doença.

Alguns descreveram a declaração do dr. Eisenberg como um “exagero”.

No entanto, muitos médicos estão agora chegando à conclusão de que o TDAH é muitas vezes um diagnóstico forçado.

Inclui-se nesta linha de pensamento o psicólogo Jerome Kagan, da Universidade de Harvard, um dos maiores especialistas do mundo em desenvolvimento infantil, o qual declarou:

"Vamos voltar aos anos 50. Naquela época, uma criança de 7 anos de idade que estava entediada na escola e com desempenho escolar baixo era chamada de preguiçosa. Hoje, vão dizer que sofre de TDAH. Toda criança que não está indo bem na escola, se for enviada para um pediatra, ele vai dizer: 'É TDAH e aqui está Ritalina' [droga-padrão para o tratamento de TDAH]”.

Na realidade, hoje se estima que quase 90 por cento das crianças diagnosticadas com o distúrbio não têm nenhuma anomalia.

Isso reforça a tese de evitar o uso de drogas, com terríveis efeitos colaterais, e se partir para alternativas mais naturais, começando pela alimentação.

Pela ciência oficial, o TDAH é um problema neurobiológico que geralmente afeta as crianças por toda a vida.

Os sintomas são confundidos, muitas vezes, como comportamentos comuns à infância, como: inquietude, desatenção e impulsividade.

O que tudo indica é que há alterações na área frontal, causando problemas de conexão com  o resto do cérebro, ou seja, quem sofre de TDAH tem os neurotransmissores limitados.

As causas são variadas.

Podem ser tanto genéticas como medicamentos químicos na gravidez, possíveis traumas sofridos pelo feto, exposição a chumbo e até mesmo graves problemas na família, o que acaba perturbando a mente da criança.

Pesquisas já provaram que deficiência de hormônios, como o da tireoide, de vitaminas e a presença forte de luz artificial também podem ser motivo para o desenvolvimento da doença.

Sabemos que o tratamento na medicina convencional não é nada fácil.

Nos Estados Unidos, por exemplo, 6,4 milhões de crianças americanas têm TDAH.

O tratamento com medicamentos químicos, em geral, traz como consequência diversos efeitos colaterais, como:

- Nervosismo

- Boca seca

- Má circulação

- Dormência nos dedos

- Dificuldade em respirar

- Dores no estômago

- Perda de apetite

- Problemas cardíacos

Assustador, não é?

Você deve estar se perguntando "e qual é a alternativa mais saudável"?

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Que tal começarmos com a alimentação?

Os sintomas do TDAH podem ser controlados quando os níveis de açúcar no sangue e  o consumo de carboidratos são estabilizados.

Infelizmente, o Ocidente costuma consumir muita fritura, gordura e alimentos açucarados, o que dificulta o tratamento.

A refeição do seu filho, por exemplo, deve ter proteínas de peixe, frango, carne, ovos, feijão, nozes e outras sementes.

Evite leite e derivados, mas pode apostar em iogurte natural, granola e banana.

O segundo passo é consumir picnogenol como medicamento natural e eficiente para o tratamento de TDAH.

Trata-se de um produto natural da região costeira da Europa e é extraído da casca do pinheiro Pinus pinaster.

É considerado por muitos o mais poderoso antioxidante e atua como proteção contra várias toxinas.

Estudos têm mostrado que o picnogenol é 50 vezes mais potente que a vitamina E e 20 vezes mais que a vitamina C.

O picnogenol é rapidamente absorvido e distribuído por todo o corpo .

Ele também contribui para facilitar a absorção da vitamina C.

Nos Estados Unidos e na Europa, ele é comercializado livremente em cápsulas em farmácias  e lojas de suplementos.

No Brasil, é mais comum pedir que ele seja manipulado em farmácias homeopáticas.

Mas, mesmo sendo um produto natural, o picnogenol só deve ser consumido sob prescrição médica.

Esse antioxidante melhora a memória, combate a neuropatia, alivia o estresse e com certeza contribuirá muito na luta contra o TDAH.

Este é um blog de notícias sobre tratamentos caseiros. Ele não substitui um especialista. Consulte sempre seu médico.

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