O inglês Dean Wharmby morreu por consumir uma das bebidas mais populares do mundo.

Cuidado, porque a história pode se repetir!

As bebidas energéticas são vendidas no mundo todo em grande escala.

Além de saborosas, são práticas e dão energia quase de imediato.

É como diz a propaganda, “elas dão asas…”

Esses efeitos acabam atraindo muitos jovens.

De origem japonesa, as bebidas energéticas foram criadas para melhorar o desempenho dos atletas.

A ideia deu tão certo que algumas marcas simplesmente estouraram em vários países do mundo.

Os Estados Unidos, por exemplo, são campeões em consumo.

O problema é que a indústria de energéticos esconde os riscos.

Dean Wharmby é a prova disso.

O rapaz era fisiculturista profissional e chamava muita atenção por onde passava.

Para você ter ideia, ele consumia 10.000 calorias por dia, ou seja, quatro vezes mais do que é recomendado para um homem comum.

No auge de sua boa forma, hWharmby chegou a ter 127 quilos de puro músculo.

Para converter as calorias em energia e músculo, Dean alternava entre fast food e refeições equilibradas, como frango, peixe e ovos.

E, durante os exercícios, ele bebia duas latas de energético por hora.

No início, tudo parecia muito conveniente.

No entanto, logo o fisiculturista foi diagnosticado com câncer.

Então foi necessário abandonar os maus hábitos.

Quando Dean começou a melhorar e ver o tumor desaparecendo, achou que poderia voltar aos maus hábitos, e isso inclui as terríveis bebidas energéticas.

Resultado: outro câncer, desta vez, no fígado – nem a medicina tradicional nem a alternativa poderiam fazer alguma coisa para salvá-lo.

Dean morreu e deixou a esposa e uma filha pequena.

As bebidas energéticas contêm muita cafeína, além de outros ingredientes como taurina, guaraná e vitamina B, todos são estimulantes poderosos que não podem ser consumidos em grande quantidade.

Acontece que a cafeína, por exemplo, tem efeitos colaterais muito fortes contra nossos sistema cardiovascular.

Países como Dinamarca e Noruega entenderam rapidamente isso e proibiram definitivamente o comércio de energizantes.

Eles são tão perigosos como drogas alcoólicas ou tabagismo.

Os sintomas mais comuns de quem consome estes estimulantes são:

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- Dores intensas na cabeça

- Náuseas

- Fadiga

- Mau humor

- Dificuldade para se concentrar

Infelizmente, mesmo com todos esses efeitos colaterais, a maioria dos países ainda são flexíveis e permitem a venda dessas bebidas.

A niacina, que também é conhecida como vitamina B3, não fica atrás da cafeína.

Quando consumida em excesso, ela afeta o fígado até causar insuficiência hepática.

Quase todas as bebidas energéticas têm esses ingredientes na composição.

Atenção porque a história de Dean Wharmby não é única.

Um homem de 50 anos foi diagnosticado com hepatite, que é uma inflamação no estômago, e confessou que bebia mais de duas latas de energéticos por dia.

Isso tudo para suportar o estresse de uma trabalho puxado.

E o mais incrível é que nenhum dos dois tinham tendência a problemas no fígado.

Quer mais energia?

Em vez desses energéticos artificiais, invista em:

- Água de coco

- Chá verde

- Mel

- Chá de gengibre com limão e pimenta (hipertensos não)

- Banana

São opções naturais, seguras, econômicas e realmente eficazes para quem precisa suportar o desgaste do dia a dia.

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