O bullying pode até parecer um tema desgastado pela repetição, mas, acredite, o perigo ainda não foi internalizado por todo mundo.

Há quem diga que antigamente as crianças “brincavam” umas com as outras e não havia depressão nem suicídio por causa disso.

Certo!

Mas precisamos ser inteligentes e entender que a vida é dinâmica.

A sociedade está mais frágil por vários motivos:

- Aumento da cobrança

- Rotina com ritmo intensificado

- Menor qualidade de vida

- Maior variedade de vícios (jogos, drogas ilícitas, internet...)

- Mais insegurança

- Mais individualismo

Então, diante disso tudo, podemos mesmo comparar a reação das crianças do século passado com as de hoje, a fim de minimizar a dor das vítimas do bullying?

É claro que não.

Dolly Everett é um infeliz exemplo de que a violência disfarçada de brincadeira pode ser fatal.

Aos 6 anos de idade, a australiana assinou um contrato e se tornou modelo.

A família Everett acreditava no futuro promissor da belíssima menina, que logo se tornou garota-propaganda de uma marca de chapéu.

A fama e a fortuna chegaram em grande velocidade, mas aos 14 anos Dolly já não era uma garota engraçada e extrovertida.

A alegria da casa passou a ser ansiosa e muito reservada.

Seria coisa da idade?

Os pais dizem que a filha já não queria ir à escola nem conversar com as pessoas.

Acontece que Dolly sofria calada.

Era vítima de bullying na escola e nas redes sociais.

A família já havia detectado o motivo, mas não tinha consciência da dimensão do problema.

Em 3 de janeiro de 2018, Dolly se matou.

Os pais dela dizem que foi a noite mais longa de suas vidas.

Dispostos a impedir que outras famílias sintam a dor que eles sentem, os pais da menina resolveram alertar sobre esse mal.

Eles dizem que as pessoas precisam saber usar a internet para o bem.

Assédio, humilhação, piadas e postagens de superioridade são como veneno que podem matar quem é atacado.

Desde a morte de Dolly, a família se manteve firme e começou uma nova campanha conhecida como “Sonho de Dolly” para ajudar a aumentar a conscientização sobre o bullying e o suicídio.

Infelizmente, o caso da australiana não é  único.

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Milhares de adolescentes cometem suicídio ao longo dos anos e os números só aumentaram com o tempo.

O suicídio é a segunda maior causa de morte entre adolescentes e adultos jovens.

Para você ter ideia, mata mais do que câncer, doenças cardíacas, aids, defeitos congênitos, derrame, pneumonia, gripe e doença pulmonar crônica.

Todos os dias, mais de 3.000 adolescentes e jovens adultos tentam o suicídio por ano.

A ideia de se matar cresceu como uma praga silenciosa em todo o mundo, acabando com as famílias, até mesmo as mais felizes.

E o bullying é um combustível.

É impressionante como há tantas frases do tipo "você deve se matar", "como você vive com você mesmo?", "eles estariam melhor sem você", "alguém me mate agora", "eu prefiro estar morto”, são postadas diariamente no mundo todo.

O bullying ataca a saúde mental, a emocional e, muitas vezes, a física.

Ignorar essa realidade é um crime moral e devemos passar longe disso.

Portanto, não se cale diante do problema que está acabando com vidas mais rapidamente do que a maioria das doenças e enfermidades.

Falar sobre isso ajuda as pessoas a entender o quão sério é o problema e também o que o causa.

Ensine e informe outras pessoas sobre o bullying e não deixe que elas façam piadas ou comentários capazes de ferir os outros.

Se você é vítima do bullying, converse com alguém de confiança sobre o que está passando.

Se você conhece alguém que sofre com isso, procure acolher e lutar pelo bem-estar dessa pessoa.

Ajude a criar novas gerações de crianças com mente saudável e coração voltado para o que é bom.

Dolly escreveu numa pintura a seguinte frase: “Fale, mesmo que sua voz trema”.

Esta deve ser nossa posição diante da violência.

Este blog de notícias sobre tratamentos naturais não substitui um especialista. Consulte sempre seu médico.

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